Na última sexta, 16, a comunidade brasileira no exterior foi até a porta da Meta. Em Dublin, na Irlanda, e em Paris, na França, as sedes internacionais da empresa de Mark Zuckerberg foram tomadas por gente que tem uma mensagem simples: tira a mão da nossa eleição.
Os protestos surgiram depois que apareceram evidências de que a Meta estaria censurando e restringindo contas favoráveis a Lula durante o período eleitoral.
Na capital irlandesa, cerca de 150 pessoas se reuniram em frente à sede da empresa. Sindicatos, partidos, movimentos sociais e trabalhadores da tecnologia estavam lado a lado, com com cartazes contra a censura nas redes, a favor da soberania brasileira e por regulação de inteligência artificial. A pauta era a mesma: a luta contra o poder concentrado da Meta e sua interferência no Brasil.
Quando quem trabalha dentro do setor de tecnologia sai de casa pra protestar, o recado fica ainda mais difícil de ignorar.
Na capital francesa, um grupo de brasileiros entregou uma carta aberta ao presidente da França, a instituições locais e à Comissão Europeia. O aviso é claro: o que está acontecendo nas eleições brasileiras agora pode acontecer na França em 2027.
Não é exagero. O modelo de negócio das big techs não muda de país pra país, o que muda é quem está no meio do caminho quando ele é aplicado a uma eleição.
Os atos são a prova de que não estamos lutando sozinhos. Em poucas semanas, o que começou como denúncia de pesquisadores e organizações virou carta internacional com mais de 100 assinaturas e, agora, gente na porta da Meta em duas capitais europeias. A pressão está crescendo, ela atravessa fronteiras e já começa a ser sentida do outro lado do Atlântico.
Cada ato, cada assinatura e cada compartilhamento fazem parte da mesma coisa: mostrar que as plataformas que querem operar por aqui precisam respeitar as regras do jogo democrático.
Se você acha que a Meta não pode interferir na eleição brasileira, assine a petição. Leva menos de um minuto, e cada nome a mais é um argumento a mais na mesa de quem decide:
Multiplique sua assinatura: mande para mais três pessoas, vamos juntos pressionar o TSE!



